Objetivo do Blog

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Chega de Acidentes e Mortes no Trabalho

No dia 27/04/2012 (sexta-feira) entre nessa luta com a gente!
Venha para a Caminhada em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho
Saída: Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) - Avenida 28 de Setembro, nº 400 (ao lado do antigo INSS)
Destino: Praça Desembargador Montenegro
Concentração: A partit das 8h e 30 min

SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE!






Realização:
CMS (Secretaria Municipal de Saúde)
Secretaria de Saúde
CEREST (Centro de Referências em Saúde do Trabalhador)





Apoio:
SINDICATOS DE CAMAÇARI

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A voz do Trabalhador.


A voz do Trabalhador.
A OMC – Organização Metalúrgica de Camaçari vem dar o seu apoio à CUT, pelo fim ao Imposto Sindical, por entender que este Imposto, é mais um imposto que não traz resultado para o conjunto dos trabalhadores, o único intuito na manutenção dele é para que os sindicatos pelegos que não tem nenhum compromisso com a base continuem existindo e recebendo privilégios, sem ter representação alguma.
Sindicato tem que sobreviver com a taxa mensal dos associados; para isso ele tem que associar o Maximo de trabalhadoras e trabalhadores da base, por sua vez o trabalhador tem que se sentir representado pelo seu Sindicato, para poder autorizar os descontos mensais, tem que ser facultativo o direito a sindicalização, e sem restrição ao numero de sindicalizados como acontece hoje, com os Sindicatos pelegos.
A principal característica do Sindicato pelego, é o seu numero de associados ser bem reduzido, para dessa forma, ter menos dor de cabeça e poder controlar as decisões a serem tomada pela base. Sei que todos nós temos este exemplo em nossa base.
Por esta razão digo NÃO AO IMPOSTO SINDICAL, o Sindicato tem que trabalhar e sobreviver do seu trabalho como qualquer trabalhador comum.

Campanha pelo Fim do Imposto Sindical nas Redes Sociais


Campanha pelo Fim do Imposto Sindical nas Redes Sociais

03/04/2012

Nesta terça-feira (3), das 16 às 18h, CUT realiza mobilização na internet, usando Facebook e Twitter

Escrito por: CUT Nacional



Nesta terça-feira, 3 de abril, a CUT realiza uma mobilização nas redes sociais, por meio do Twitter e do Facebook, em defesa do Fim do Imposto Sindical.

A ação faz parte da Campanha Nacional por Liberdade e Autonomia Sindical e divulga o Plebiscito Nacional sobre o Fim do Imposto Sindical que a CUT realiza em todo o Brasil nos meses de março e abril.

Para as postagens nas redes sociais utilizaremos a hashtag #FimdoImpostoSindical. A concentração será das 16 e às 18h.

Compartilhe, retuíte, poste fotos tiradas durante o plebiscito! Vamos tod@s dizer NÃO ao imposto sindical!

Seguem abaixo alguns links que podem ser utilizados:

Trabalhador/a deve decidir quanto pagar para seu sindicato #FimdoImpostoSindical:http://www.cut.org.br/destaques/21873/para-presidente-da-cut-trabalhador-deve-decidir-quanto-pagar-para-manter-sindicato

CUT luta contra o #FimdoImpostoSindical. As outras centrais sindicais e os patrões são contra! http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/206140-CUT-E-MINISTERIO-PUBLICO-DO-TRABALHO-DEFENDEM-FIM-DO-IMPOSTO-SINDICAL.html

Unicidade não é unidade #FimdoImpostoSindical:http://www.cut.org.br/ponto-de-vista/artigos/4645/unicidade-nao-e-unidade

 

CUT e Ministério Público do Trabalho defendem #FimdoImpostoSindical:http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/206140-CUT-E-MINISTERIO-PUBLICO-DO-TRABALHO-DEFENDEM-FIM-DO-IMPOSTO-SINDICAL.html


Em vídeo, @cutnacional convoca para o Plebiscito Nacional sobre o #FimdoImpostoSindical:http://www.cut.org.br/galeria-de-video/126/informe-cut-plebiscito-pelo-fim-do-imposto-sindical

Em áudio, @cutnacional convoca para o Plebiscito Nacional sobre o #FimdoImpostoSindical:http://www.cut.org.br/galeria-de-audio/76/plebiscito-nacional-sobre-o-fim-do-imposto-sindical-spot-de-radio

Baixe os cartazes e panfletos do Plebiscito Nacional sobre o #FimdoImpostoSindical:http://www.cut.org.br/campanhas/45/plebiscito-nacional-sobre-o-fim-do-imposto-sindical

Pelo #FimdoImpostoSindical, q tem servido para dividir as categorias e p/ fraudar, muitas vezes, as organizações dos/as trabalhadores/as

#FimdoImpostoSindicalporque essa taxa enche os caixas de todo e qualquer sindicato, mesmo daqueles que nada fazem pelo/a trabalhador/a

#FimdoImpostoSindical: o/a trabalhador/a paga sem muitas vezes nem saber qual o sindicato que diz o representar

Sindicatos q são contra o #FimdoImpostoSindical nunca ouvem suas bases e jamais debatem os rumos de sua atuação com aqueles que os sustentam

Entidades representativas, que estão no cotidiano dos locais de trabalho com seus representados, não temem o #FimdoImpostoSindical

 #FimdoImpostoSindical q corresponde a 1 dia de trabalho, cobrado anualmente em março, mesmo que o trabalhador não seja sócio do sindicato

#FimdoImpostoSindicalos sindicatos têm de convencer os trabalhadores a se associar, p/ q a mensalidade seja sua principal fonte de receita

O Plebiscito Nacional sobre o #FimdoImpostoSindical vai até 30 de abril. Procure seu sindicato e descubra como votar.

O Plebiscito Nacional sobre o #FimdoImpostoSindical vai até 30 de abril. Procure a CUT do seu estado e descubra onde votar.


Por que a CUT decidiu fazer um Plebiscito Nacional sobre o Fim do Imposto Sindical?

Todo ano, no mês de março, trabalhadores e trabalhadoras têm um dia de salário descontado de seu pagamento. É o imposto sindical, também chamado de contribuição sindical, cuja obrigatoriedade está prevista no artigo 579 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A lei diz que todos os trabalhadores assalariados que integram uma determinada categoria econômica ou profissional, são obrigados a pagar o imposto, independentemente de serem filiados, ou não, a um sindicato. Datada da década de 40, essa lei ultrapassada ainda está em vigor, mesmo com as profundas mudanças políticas, econômicas e sociais que vêm ocorrendo há décadas no Brasil e em todo o mundo.

Parte do dinheiro desse imposto vai para sindicatos de fachada, que não defendem em nada os interesses da classe trabalhadora, que nada fazem para manter seus direitos e muito menos para ampliar conquistas que melhorem suas condições de trabalho, sua renda, seu lazer? Isso só acontece porque a estrutura sindical brasileira permite. O fim do imposto sindical é determinante para democratizar a organização sindical e as relações de trabalho.

Para a CUT, todo/a trabalhador/a deve ser livre para escolher seu sindicato, ou seja, quem deve representá-lo/a juridicamente na hora de negociar com os patrões e dialogar com o governo, para garantir e ampliar conquistas e direitos. Também deve ter autonomia para decidir qual será a forma de sustentação financeira do sindicato que escolheu! É o trabalhador e a trabalhadora quem devem decidir, no voto, se e quanto querem pagar para garantir a sustentação financeira do seu sindicato.

A CUT defende o fim do imposto sindical e sua substituição pela contribuição da negociação coletiva, decidida livremente em assembleia da categoria. Porque é necessário garantir que o sindicato tenha todas as condições para defender os seus direitos.

Para a CUT, Liberdade e Autonomia Sindical estão atreladas a um projeto de desenvolvimento com crescimento econômico, distribuição de renda, valorização do trabalho, preservação do meio ambiente, reforma agrária e políticas públicas que promovam a melhoria das condições de vida, com igualdade de oportunidades e de tratamento entre homens e mulheres - independentemente de sua cor, raça, geração, crença ou condição social.

 

Para informações sobre locais de votação, procure a CUT no seu estado:http://www.cut.org.br/estrutura/55/cut-nos-estados

Para mais informações sobre a Campanha e para acessar os materiais:http://www.cut.org.br/campanhas/45/plebiscito-nacional-sobre-o-fim-do-imposto-sindical

CUT e Ministério Público do Trabalho defendem fim do imposto sindical


CUT e Ministério Público do Trabalho defendem fim do imposto sindical

Entidades de trabalhadores e patronais presentes em audiência pública são contrárias à medida. Posição quase unânime surpreende o deputado Augusto Coutinho, que elabora relatório sobre a proposta.
Gustavo Lima
Audiência Pública Tema: Viabilidade da criação de uma contribuição negocial, com a consequente extinção do imposto sindical
Durante a audiência, trabalhadores manifestaram posição favorável à manutenção do imposto sindical.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Ministério Público do Trabalho ficaram isolados na defesa da substituição do imposto sindical pela contribuição negocial, durante audiência pública nesta terça-feira na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.
Representantes das demais centrais sindicais defenderam a manutenção do atual modelo de financiamento dos sindicatos, que, além do imposto sindical, também é baseado nas contribuições (confederativa e assistencial) e na mensalidade cobrada do sindicalizado. Posição semelhante tiveram representantes das confederações nacionais da Indústria (CNI), do Comércio (CNC) e da Agricultura (CNA).
O resultado do debate será utilizado pelo deputado Augusto Coutinho (DEM-PE) para elaboração de relatório sobre proposta do Senado (PL 6688/09) que altera o prazo para o repasse do imposto sindical, descontado compulsoriamente de todo trabalhador uma vez por ano.
Coutinho lembrou que, durante a sanção da Lei das Centrais Sindicais (Lei 11.648/08), em 2008, houve o compromisso dos sindicatos de substituir esse imposto pela contribuição negocial, definida em assembleia geral e vinculada a uma negociação coletiva. Porém, na audiência pública, apenas o secretário-geral da CUT, Quintino Severo, manteve essa posição.
“Hoje, o imposto sindical tem servido para dividir as categorias, criar novos sindicatos e para fraudar, muitas vezes, as organizações dos trabalhadores. Achamos que é preciso ter sindicato forte para negociar convenções coletivas nacionais e para que uma montadora do Rio Grande do Sul, por exemplo, não pague a metade do salário que paga uma montadora de São Paulo", afirmou Quintino.
O subprocurador-geral do Ministério Público do Trabalho, Ricardo Pereira, também defendeu a substituição do imposto sindical. “É importante que se aprove uma contribuição negocial”, disse. Nesse modelo, o filiado paga a contribuição, e o que não é filiado, se quiser se beneficiar da negociação coletiva, terá que pagar. “E o sindicato terá que defender, na negociação, a melhoria das condições reais de salário”, argumentou.
Gustavo Lima
Dep. Augusto Coutinho (Vice-Presidente da Comissão) - Audiência Pública tema: Viabilidade da criação de uma contribuição negocial, com a consequente extinção do imposto sindical
Augusto Coutinho: posição das entidades surpreendeu o relator.
HostilidadeDurante a audiência, os representantes da CUT e do Ministério Público foram hostilizados pela plateia formada de sindicalistas. O relator Augusto Coutinho disse ter se surpreendido com o apoio quase unânime à manutenção do imposto sindical.
“Os sindicalistas e entidades patronais deram um sinal claro em favor da manutenção da contribuição sindical e essas manifestações serão fundamentais para a elaboração do meu parecer”, afirmou o deputado.
O presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, José Calixto Ramos, foi um dos que defenderam o imposto sindical. Segundo ele, 90% da receita das confederações e federações e 30% da dos sindicatos decorrem dessa contribuição. “Com a extinção da contribuição, estaríamos desmantelando toda aestrutura sindical brasileira.”
O representante da CNA Cristiano Barreto argumentou que a contribuição negocial, tal como proposta, levaria a constantes recursos ao Supremo Tribunal Federal. “Não há segurança jurídica”, disse. “O trabalho dos sindicatos é muito maior do que representação em negociação coletiva”, exemplificou.
Consenso
Por sua vez, o coordenador nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores, José Augusto da Silva Filho, defendeu que qualquer eventual substituição do imposto sindical por outra modalidade seja construída consensualmente entre os trabalhadores antes de tramitar no Congresso.
Também participaram da reunião representantes da Força Sindical, da União Geral dos Trabalhadores, da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil e da Federação de Empregados em Estabelecimentos de Serviços da Saúde do Rio de Janeiro.

Íntegra da proposta:

Reportagem – José Carlos Oliveira/Rádio Câmara
Edição – Ralph Machado

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

CUT faz plebiscito pelo fim do imposto sindical

             CUT faz plebiscito pelo fim do imposto sindical 
QUI, 05 DE ABRIL DE 2012
Bandeira histórica do movimento sindical pós-1978, aquele que pregava a liberdade de organização para os trabalhadores, a CUT iniciou, no dia 26 de março, campanha pelo fim do imposto sindical. Trata-se de uma consulta em que os trabalhadores poderão se pronunciar pela ratificação da Convenção 87 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

A proposta da CUT é que os sindicatos filiados organizem a consulta, que se estenderá até 30 de abril, em locais de grande concentração de trabalhadores como nas fábricas e empresas, shoppings, praças, metrôs, rodoviárias, dentre outros. A Central sindical disponibiliza aos sindicatos filiados “Kit” contendo os materiais de divulgação e cédulas de votação.

A campanha foi lançada pelo presidente da CUT, Artur Henrique, no dia 26 de março, em Campinas (SP), em assembleia dos trabalhadores da Elektro. O imposto é descontado compulsoriamente, uma vez por ano, em março, do salário dos empregados com carteira assinada. Por ser compulsório, ajuda a manter sindicatos “fantasmas” e “pelegos”, sem vínculo com suas categorias e sem representatividade real.

Segundo o Ministério do Trabalho, em 2011 foi recolhido R$ 1,6 bilhão dos trabalhadores com o imposto. Pouco mais de R$ 115 milhões foram repassados às centrais. O resto é dividido entre sindicatos, federações e confederações e o Ministério do Trabalho. A proposta da CUT é trocar o imposto por uma contribuição voluntária, com valor votado em assembleia.

Atualmente, dentre as centrais regulamentadas pelo governo a CUT é a única que coloca o fim do imposto sindical entre seus princípios. A Central surgiu criticando o atrelamento da organização do trabalho ao governo. Mas fez várias concessões no processo de negociação da reforma sindical, com outras organizações de trabalhadores. Além disso, a proposta encontra resistência mesmo entre sindicatos cutistas.

Já a Intersindical e a CSP-Conlutas se mantiveram fora das negociações oficiais durante as reformas sindical e trabalhista no governo Lula e também são contrárias à obrigatoriedade do imposto sindical.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias.

Fim do imposto sindical


Fim do imposto sindical
Fim do imposto sindical
Se o imposto sindical acabar, o movimento sindical quebra. Esse é o bordão repetido por nove entre dez dirigentes sindicais procurados pelo Valor. A avaliação é que o imposto sindical mantém aqueles sindicatos que não contam com a organização de grandes entidades, como o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC ou o Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Por ser compulsório e ser distribuído anualmente, o imposto sindical, dizem, funciona como base de sustentação do movimento.


Para Sérgio Amad Costa, pesquisador do movimento sindical desde a década de 1970 e professor de relações trabalhistas da Fundação Getulio Vargas (FGV), se o sindicato não tem organização para viver sem o imposto, "deveria quebrar mesmo".


O debate sobre a continuidade do imposto sindical, cobrado de todos os trabalhadores com carteira assinada desde 1940, esquentou depois que a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a maior do país, aprovou a realização de campanha nacional pelo fim do imposto sindical. Em troca, a entidade defende a criação de uma taxa negocial, que deve ser aprovada caso a caso, isto é, cada sindicato, por meio de assembleia, define se a categoria representada contribuirá com parte de seu salário para a manutenção das atividades sindicais.


Contrária ao imposto sindical desde sua fundação, em 1983, a entidade, no entanto, não só aceitou o dinheiro, que começou a ser repassado em 2008, como é a que mais recebe: R$ 81 milhões nos últimos três anos. Segundo Artur Henrique, presidente da CUT, muitos sindicatos temem que o fim do repasse deixe as entidades "nas mãos das empresas, que podem manipular os funcionários para não contribuírem com os sindicatos". A entidade busca construir consenso interno em torno do fim do imposto sindical que, segundo Henrique, "serve para sustentar os sindicatos pouco ativos".


Alguns meses antes de autorizados os repasses, nada menos que três entidades foram criadas: União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Em apenas três anos, essas entidades já respondem por 2,2 mil sindicatos.


Racha político da CUT, a CTB entende que o imposto sindical é, nas palavras de seu presidente Wagner Gomes, "a base de sobrevivência" do movimento sindical. Para Gomes, o imposto sindical "dá a segurança que precisamos para trabalhar pelos direitos dos trabalhadores". Segundo o líder sindical, a campanha da CUT é um "jogo de cena", uma vez que a entidade embolsa a maior parte dos recursos. "Se eles não gostam, podem devolver para os trabalhadores, não precisam tirar de quem usa os recursos."


Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical, segunda maior receptora de imposto sindical, admite que a contribuição "fomenta a criação de sindicatos, que automaticamente passam a receber o dinheiro", mas sua extinção "não é a melhor saída". Para Paulinho, o dinheiro é importante para federações e confederações, que não contam com as contribuições diretas dos trabalhadores, como os sindicatos, nem com o espaço político, que é ocupado pelas centrais.


Para Costa, da FGV, as entidades que são "fracas" no movimento sindical "têm mesmo que desaparecer, não podem ficar sendo sustentadas pelo imposto sindical". De acordo com o pesquisador, a "quebra" do movimento sindical proporcionaria o nascimento de entidades "verdadeiramente representativas".


A proposta de adotar uma taxa negocial que seria aprovada em assembleia, feita pela CUT, também não é a melhor, avalia Costa. O imposto sindical equivale um dia do salário do trabalhador (3,6% do salário mensal) e os sindicatos podem aprovar em assembleia uma taxa negocial superior a esse valor, diz o pesquisador da FGV.


Para Vivaldo Araújo, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, filiado à central Conlutas, a prática das demais centrais "é uma vergonha", porque incentiva "sindicatos de cabide". Assim como o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a entidade comandada por Araújo devolve aos operários o imposto sindical. 

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A voz do Trabalhador.

A voz do Trabalhador.
O pessoal da OMC – Organização Metalúrgica de Camaçari, não param; mais uma vez sai na frente, ao participar do Seminário da Inter Sindical da CUT, esta é mais uma participação, em seminários e congressos, com o objetivo de preparar-se, para os embates contra seus principais rivais. O conhecimento e as informações são muito importantes para quem deseja fazer um trabalho com excelência e responsabilidade, não jogar conversa fora muito menos falar sem realmente ter conhecimento da causa, esta é a marca da OMC.
São hoje, 45% dos votos validos e não podem desprezar esta representação.